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Dízimo não é taxa, é fé organizada e partilhada

  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Contribuir com o dízimo é mais do que oferecer algo material. É reconhecer, com gratidão, que temos um lugar onde somos acolhidos, onde a fé é alimentada e onde encontramos caminhos seguros para crescer espiritualmente.



A paróquia é esse espaço de encontro com Deus, de comunhão com os irmãos e de transformação de vida. É uma família que caminha unida em direção a Cristo Ressuscitado.

Para que tudo isso continue existindo, há dois cuidados que andam juntos: o espiritual, conduzido pelo Espírito Santo, e o material, que depende de cada um de nós. Por isso, o dízimo não é uma taxa, mas uma oportunidade concreta de agradecer a Deus pela vida e pelo espaço de fé que nos acolhe todos os dias.



Julho é o mês em que a Igreja dedica uma atenção especial à reflexão sobre o dízimo. No entanto, essa dimensão da fé não se limita a um período específico do ano. A paróquia permanece de portas abertas de domingo a domingo, acolhendo quem busca oração, aconselhamento, sacramentos ou simplesmente um espaço de paz. Manter esse acolhimento contínuo é uma responsabilidade compartilhada.


Um exemplo concreto dessa comunhão foi a distribuição de 126 cestas básicas no mês passado. A ação, fruto da solidariedade da comunidade e da fidelidade dos dizimistas, expressa uma das dimensões essenciais do dízimo: a caridade. Por meio dele, a Igreja não apenas se mantém, mas alcança os que mais necessitam.

Sustentar uma paróquia viva e atuante exige união. Cada contribuição, independentemente do valor, colabora para que as portas continuem abertas a todos — especialmente aos que mais precisam encontrar no Senhor esperança, consolo e transformação.


Silvana Lima (Pascom), com a colaboração de Henrique Pauta (Pastoral do Dízimo)

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