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Missa do Sagrado Coração de Jesus homenageia a memória de Soraya Freire

  • PASCOM
  • 3 de jan.
  • 2 min de leitura

Na missa da primeira sexta-feira do mês e do ano, dedicada ao Sagrado Coração de Jesus, a Paróquia viveu mais um momento marcado pela fé, pela gratidão e pela memória afetuosa. A celebração foi também a missa de sétimo dia da paroquiana Soraya Freire, realizada na Igreja Matriz, com a presença de familiares e amigos que se reuniram em oração e comunhão.



A Santa Missa foi presidida pelo padre Stanislaw Wilczek, que conduziu a celebração com sensibilidade e profunda reverência.

Como gesto simbólico e carregado de significado, representando tudo o que Soraya foi para a comunidade paroquial, o sacerdote ofertou aos familiares um colete utilizado pelos integrantes da Pastoral do Acolhimento. O objeto expressa, de forma concreta, o amor ao próximo e o cuidado com as pessoas — valores que Soraya testemunhava diariamente por meio de seus gestos.



Durante a celebração, uma das qualidades mais lembradas foi justamente a capacidade que Soraya tinha de transmitir acolhimento e afeto sem precisar dizer uma palavra. Sua postura silenciosa, serena e profundamente marcada pela fé acabou se tornando uma verdadeira assinatura, conferindo-lhe uma identidade admirável, digna de respeito e carinho. Esse modo de ser não se limitava ao espaço da igreja: a própria família confirmou que esse era o jeito de Soraya na vida, algo que fazia parte de sua essência.



Os familiares também destacaram que Soraya foi criada em uma família muito católica e espiritualizada, o que fortaleceu ainda mais sua caminhada de fé. Essa vivência espiritual foi apontada como um dos fatores que contribuíram para que sua vida se estendesse muito além do que os médicos previram.



Diante de um diagnóstico que indicava cerca de três meses de vida, Soraya viveu quase seis anos após a descoberta da doença, testemunhando, com sua própria história, a força da fé, do amor e do acolhimento. Segundo os parentes, o carinho recebido na Paróquia de Ondina falou muito alto nesse processo.



Ao final, a família agradeceu profundamente a acolhida, ressaltando que sentiu, desde o sepultamento até a celebração do sétimo dia, o amor sincero que a comunidade nutre por Soraya. Para eles, esse cuidado foi um grande diferencial em sua vida. Soraya encontrou na paróquia não apenas um espaço de fé, mas uma extensão do seu próprio lar, onde foi amada, acolhida e reconhecida.


Silvana Lima (Pascom), com a colaboração de Mário Brito ( Apostolado da Oração)

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